terça-feira, julho 17, 2018

HANGLOOSE - FUTSAL - MEMÓRIA ESPORTIVA

HANGLOOSE - FUTSAL

Que lembrança incrível! O Torneio de Férias promovido pelo Clube Araxá no Ginásio Dino Baroni foi um dos eventos mais marcantes do futsal da cidade, reunindo equipes talentosas e proporcionando jogos memoráveis. Essa competição era uma oportunidade para os jogadores mostrarem suas habilidades e para os torcedores viverem a emoção do salonismo em sua melhor forma.

O Clube Araxá continua sendo um espaço importante para o esporte e a cultura na cidade.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro

Em pé: Jânio, Pêba, Fabrício, Daniel Pádua, Luiz Antônio (Cabeça) e Roberto Tormin
Agachados: Sandro, Claúdio, Marcelo Foguinho, Cleyssinho e Bico (pai do radialista Edmilson José)

Foto arquivo pessoal de Jânio Sávio Leite

sexta-feira, junho 29, 2018

VALEP - TORNEIO INTERNO- MEMÓRIA ESPORTIVA

TIME DA USINA DE CONCENTRAÇÃO


A Mineração Vale do Alto Paranaíba S/A – Valep foi uma empresa do setor de mineração que iniciou suas atividades de movimentação de minério no município de Tapira-MG no final da década de setenta. Ao longo dos anos, consolidou sua importância no cenário econômico regional, proporcionando oportunidades de trabalho e desenvolvimento para a população local.

A força de trabalho da Valep era composta majoritariamente por moradores de Araxá (85%), enquanto 15% dos empregados eram residentes de Tapira. Os cargos estratégicos foram ocupados por profissionais vindos de outras cidades, trazendo consigo expertise técnica e conhecimento aprofundado na área de mineração, contribuindo para o crescimento e aprimoramento das operações da empresa.

Além da excelência no setor, a Valep também se destacou pelo forte espírito esportivo entre seus funcionários. Profissionais vindos de outras empresas do ramo trouxeram não apenas conhecimento técnico, mas também incentivaram a prática esportiva como ferramenta de integração e bem-estar. Foi nesse contexto que surgiu um grande time de futebol, formado exclusivamente por empregados que atuavam na usina de concentração, destinado à disputa de campeonatos internos. Esses torneios não apenas promoviam o lazer, mas fortaleciam laços entre os trabalhadores, tornando o ambiente da empresa ainda mais unido e motivador.

A história da Valep vai além da mineração – é também um capítulo marcante sobre a relação entre trabalho, esporte e comunidade, deixando um legado que perdura na memória dos que fizeram parte dessa trajetória.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. , 

Obs. Valep > Fosfertil > Vale Fertilizantes > Mosaic

Destaques deste time
  •  Tim (Hamilton Cruz da Silva) -  Ex-jogador do Araxá Esporte Clube 
  •  Toreco - com passagem por grandes equipes do futebol amador da cidade. 

segunda-feira, junho 25, 2018

MENINOS DO BAIRRO JOÃO RIBEIRO - MEMÓRIA ESPORTIVA

CRUZEIRINHO BAIRRO JOÃO RIBEIRO

O Cruzeirinho nasceu do sonho e da paixão pelo futebol de um grupo de meninos entre 10 e 12 anos, moradores do bairro João Ribeiro, em Araxá-MG. Inspirados pela grandeza dos times profissionais e embalados pelo desejo de um dia vestirem a camisa de um gigante da capital mineira, esses jovens decidiram criar sua própria equipe, carregando consigo o azul celeste de seu time do coração.

Motivados pelo amor ao Cruzeiro, o nome escolhido para o time refletia essa admiração e o espírito de união que os movia dentro e fora de campo. Mais do que apenas um time amador, o Cruzeirinho representava a esperança de que, um dia, esses garotos poderiam alcançar o sonho de atuar profissionalmente, driblando adversários e construindo histórias em gramados maiores.

O registro fotográfico eterniza uma partida especial realizada no Estádio Municipal Fausto Alvim, por volta de 1979, um momento em que cada jogador levava consigo não apenas o desejo de vencer, mas também a certeza de que o futebol era, acima de tudo, um elo inquebrantável de amizade e aspiração.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. 

Em pé: Vanderli, Jorge, Gilmar, Carlos, Vanio e Divino
Agachados:  João Jaques, Luís Roberto, Osmir, Paulo Sergio, Luís Cláudio e Ricardinho.

Obs. Eu Nasci e  morei até o 16 anos no bairro João Ribeiro. Conheço a maioria destes meninos, mas devido a diferença de idade (08 anos mais), não jogamos bola juntos. 
Foto arquivo pessoal de Gilmar Ferreira do Amaral

sexta-feira, junho 15, 2018

Futebol de Salão dos Anos 70: Quando Araxá respirava bola pesada e histórias viravam literatura

Entre Quadras e Causos: O Futebol que Virou Cultura nos Anos 70

O futebol de rua dos anos 1970 carregava uma simplicidade que hoje parece quase romântica. Sem burocracia, sem regras rígidas e sem a formalidade das competições modernas, o jogo acontecia onde houvesse espaço — e vontade. Os times se formavam de maneira espontânea: amigos da escola, vizinhos e qualquer um disposto a entrar na brincadeira. A escalação seguia uma lógica imbatível e respeitada por todos: o dono da bola, o dono das camisas e o craque tinham vaga garantida; os demais completavam o time.

Em Araxá, o chamado futebol da bola pesada viveu seu auge nas décadas de 1970 e 1980. O esporte, que mais tarde seria conhecido como futsal, movimentava a cidade com torneios disputados em locais emblemáticos como o ATC, o Clube Araxá, o Clube União, Quadra do Júlio Dário e do Sesc. As competições reuniam talentos que marcaram época e ajudaram a construir a identidade do salonismo araxaense.

Esses campeonatos eram mais do que simples eventos esportivos: eram encontros sociais, pontos de convivência e palco de rivalidades que se mantêm vivas na memória de quem viveu aquele período. O som da bola pesada, o cheiro da quadra encerada e a vibração das arquibancadas formavam um cenário que moldou gerações.

Um legado que atravessa gerações

O futebol de salão dos anos 70 não foi apenas um esporte: foi um movimento cultural. Ele moldou amizades, criou ídolos locais, alimentou rivalidades saudáveis e se tornou matéria-prima para escritores como Canarinho, que transformaram esse universo em memória viva.

Hoje, ao revisitar essa época, Araxá reencontra não apenas partidas memoráveis, mas também a simplicidade de um tempo em que o futebol era puro, espontâneo e profundamente comunitário. Um tempo em que a bola pesada não era apenas um objeto — era o centro de uma cultura.

Foto alterada por IA

Canarinho: o cronista que transformou o futebol e o cotidiano em literatura

Entre os personagens que preservaram essa memória está Walter Soares dos Reis, o Canarinho. Cronista mineiro de Araxá, ele há mais de 30 anos encanta leitores com seus causos e histórias que retratam o interior com humor, sensibilidade e autenticidade.

Observador atento do cotidiano, Canarinho transformou relatos populares em literatura, escrevendo para jornais locais e publicando livros que se tornaram referência cultural na cidade. Entre suas obras estão “Dá Licença Vou Contar”, “Síndrome de Casanova” e “Doze Anos Depois”, todas marcadas pela linguagem simples e pela capacidade de capturar a essência da vida araxaense.

Em 2017, durante o FliAraxá, lançou “Menino Atentado”, pela Editora Gulliver, reunindo causos de personagens conhecidos da região — muitos deles nascidos justamente nesse ambiente de quadras, ruas e histórias que o futebol ajudou a construir.

Esta foto registra um desses momentos, ela certamente guarda grandes histórias. 

Foto: Arquivo pessoal de Rafael Tallarico

Fonte: http://www.fliaraxa.com.br/convidado/canarinho-2/

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro





sexta-feira, junho 08, 2018

ESPORTE CLUBE TUPI - MEMÓRIA ESPORTIVA

ESPORTE CLUBE TUPI

O Esporte Clube Tupi nasceu da paixão pelo futebol e do desejo inabalável dos irmãos Melo, Roberto e Carlito, de formar uma equipe forte para a disputa do campeonato amador de Araxá. Inspirados em seus sonhos e em um ideal de representar a garra e a união da comunidade, os irmãos reuniram jogadores que, em sua maioria, eram residentes do bairro Santo Antônio e de suas adjacências.

Essa formação, feita de talentos locais, não só criou um forte elo comunitário, mas também ajudou a impulsionar o prestígio do clube no cenário esportivo da cidade. O Tupi passou a ser sinônimo de determinação e orgulho para os moradores da região, mostrando que, com união e trabalho, sonhos podem se transformar em grandes conquistas dentro dos campos de futebol.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. 

Foto do arquivo pessoal de Francisco Borges de Oliveira Neto (Chquinho)

terça-feira, junho 05, 2018

Serrote conquista bicampeonato nos Jogos Internos do Colégio Vasco Santos em 1974

O legado inesquecível do Serrote no Colégio Vasco Santos

Araxá (MG) – O ano de 1974 marcou um capítulo especial na história esportiva do Colégio Vasco Santos. O time do Serrote garantiu o bicampeonato dos Jogos Internos ao superar o tradicional Cana Brava na grande final, em uma campanha que se tornou referência de organização, disciplina e espírito coletivo.

A competição, uma das mais aguardadas pela comunidade estudantil, mobilizava alunos, professores e famílias, que lotavam as arquibancadas para acompanhar os confrontos. O desempenho do Serrote naquele ano permanece vivo na memória dos ex‑alunos, sendo lembrado como um dos torneios mais emocionantes da época.

Uma campanha marcante

O Serrote construiu sua trajetória rumo ao título com atuações consistentes e forte entrosamento entre os jogadores. A vitória na final contra o Cana Brava consolidou a equipe como uma das mais competitivas do futebol escolar de Araxá durante a década de 1970.

Além do resultado em campo, o bicampeonato simbolizou o auge de uma geração que transformou os jogos internos em um evento de grande relevância para o colégio.

Trajetórias além do esporte

Cinco décadas depois, muitos dos atletas que integraram o elenco campeão seguiram caminhos de destaque em diferentes setores da região. Entre eles:

  • Rafael Tallarico – construiu carreira sólida na CBMM, uma das principais empresas do município.

  • Rogério Domingos de Paiva (Carneirinho) – tornou‑se profissional atuante na Mosaic, em Tapira.

  • Julinho – ex‑proprietário da Loja de Tecidos Vulcão e ex‑diretor do Araxá Esporte Clube, figura reconhecida tanto no comércio quanto no esporte local.

  • Levi – irmão de Helinho da Praça, ex‑goleiro do Araxá Esporte Clube, integrante de uma família tradicionalmente ligada ao futebol.

  • Ronaldo e Aloísio – também campeões pelo Serrote, embora haja poucas informações sobre suas atividades após o período escolar.

Memória preservada

O bicampeonato de 1974 permanece como um marco do futebol estudantil em Araxá. Para muitos ex‑alunos, o Serrote representa mais do que uma equipe vencedora: simboliza uma época de rivalidade saudável, convivência intensa e forte engajamento dos estudantes com o esporte.

A história daquele time segue viva, celebrada por quem participou e por quem acompanhou das arquibancadas, reforçando o legado de organização, competitividade e união que marcou o Serrote.


Foto modificada por IA

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro

Arquivo de fotos de Rafael Tallarico

sexta-feira, maio 25, 2018

WILSON PIAZZA, DIRCEU LOPES & DIRETORIA DO VILA NOVA

VISITA DE EX JOGADORES DO CRUZEIRO ESPORTE CLUBE

Em 1988, o futebol araxaense testemunhou um encontro memorável: os veteranos do Cruzeiro, entre eles os ícones Wilson Piazza, Palhinha e Dirceu Lopes, visitaram a diretoria do Vila Nova, do bairro Santo Antônio.

A presença desses grandes nomes do futebol brasileiro trouxe inspiração e prestígio ao clube, fortalecendo a conexão entre gerações e reforçando a paixão pelo esporte. A visita simbolizou mais do que um momento de confraternização; foi um tributo à história do futebol e ao legado dos atletas que marcaram época no Cruzeiro.

Esse registro resgata uma ocasião especial, onde ídolos e admiradores se encontraram para compartilhar experiências, relembrar grandes feitos e fortalecer o espírito esportivo que une o futebol mineiro.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. , 

MENINOS DO COLÉGIO DOM BOSCO

MENINOS DO COLÉGO DOM BOSCO ARAXÁ MG

O Colégio Dom Bosco sempre esteve entre as instituições de ensino de maior prestígio em nossa cidade, sendo referência não apenas pela qualidade acadêmica, mas também pelo incentivo ao esporte. Ao longo dos anos, a escola desempenhou um papel fundamental na formação de grandes atletas, que se destacaram tanto no futebol amador quanto no futebol de salão, ajudando a fortalecer a tradição esportiva local.

Nos anos 80, esse compromisso com o esporte era ainda mais evidente, com equipes escolares disputando torneios e revelando talentos que, mais tarde, fizeram história nos campeonatos da região. Esse registro fotográfico resgata uma época em que o Colégio Dom Bosco era um verdadeiro celeiro de jogadores dedicados e apaixonados pelo futebol.

Esse legado continua vivo, refletindo o impacto duradouro da instituição no desenvolvimento esportivo e no fortalecimento da cultura futebolística da cidade.

A maioria dos garotos da imagem fez parte da base do São Paulo nas quadras de futebol de salão, enquanto outros se destacaram no futebol amador, contribuindo significativamente para o cenário esportivo da cidade.

Entre os componentes dessa foto, destaca-se Antônio Leonardo Lemos Oliveira, o primeiro em pé na imagem. Conhecido carinhosamente como Prefeito Toninho, ele governou Araxá entre 2005 e 2008, deixando sua marca na administração municipal. Sua trajetória reforça como o esporte não apenas forma grandes jogadores, mas também influencia a vida pública e social de muitas personalidades.

Esse registro representa um tempo de dedicação ao futebol, de rivalidade saudável e de sonhos que transcenderam as quadras e campos, deixando um legado para as novas gerações.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. 

Mensagem de um visitante (não identificado) da página: 

"Boa tarde! Este time do colégio Dom Bosco se chamava olímpic. Treinado pelo Roberto. Equipe possuía uns 22 jogadores q se revezavam. Todos excelentes, melhor time de futebol da cidade de araxa na época. Tive a felicidade de assistir os jogos e participar tbem. Jogando pelo time do Penharic na ponta esquerda. Esses times eram imbatíveis no campo do colégio Dom Bosco. Olímpic fazia grandes clássicos com os times da mesma categoria profissional do Nacional de Uberaba e o Uberaba esporte. Treinávamos nos sábados e jogavam todos os domingos: o zé Maurício muito classico p bater as faltas. Paula Magno e Beto zagueiros habilidosos. Belmiro e Cláudio laterais fantásticos; Toninho Cavaquinho ponta direita habilidoso e rapido; Toninho uma barreira no gol; Márcio um dos melhores jogador de futebol de salão;Ulisses lateral de força e excelente.tantos outros q não apareceram na foto, como Danilo TicoTico ponta esquerda rápido veloz e c chute forte certeiro. Eudes(irmão de Marcio) meio de campo em MENINOS DO COLÉGIO DOM BOSCO"

sexta-feira, maio 18, 2018

NELIO REIS FUTEBOL CLUBE - MEMÓRIA ESPORTIVA

TIME DO NÉLIO REIS

Essa história encapsula o verdadeiro espírito do futebol amador: amizade, tradição e paixão pelo jogo. Mais do que a disputa pelo resultado, o que realmente importava para essa turma era a celebração do esporte como um elo de união e convivência.

O lema era simples, mas poderoso: jogar, curtir, confraternizar. O campeonato do coração não exigia pontos ou tabelas – apenas o prazer de bater uma bolinha e, ao final, reunir amigos, adversários e companheiros para um bom churrasco e uma resenha animada. O futebol, nessas tardes de sábado, transcendia a competição e se transformava no vínculo que mantinha viva a camaradagem construída ao longo dos anos.

E tudo isso só era possível graças ao incansável empenho de Nélio Reis, um verdadeiro desportista que nunca mediu esforços para garantir que esses encontros acontecessem. Seu compromisso com o futebol amador e com a união do grupo fez com que essa tradição fosse mantida, permitindo que os velhos amigos seguissem celebrando o esporte com alegria e dedicação.

Esse relato resgata a essência do futebol vivido de forma pura, sem amarras, apenas pelo prazer de estar em campo e fortalecer laços que transcendem o jogo

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. 

Em pé: ??, Enildo, Ganchinho, Jorgão, Waldir, Wilson Florentino, Tião Cabra, Juninho e Nélio Reis (treinador)
Agachados: Luizinho, Caneta, Grosso, Calvex, Merrinho e Osvaldo

Foto do arquivo pessoal de Reginaldo dos Santos, o popular Ganchinho

quarta-feira, maio 16, 2018

COPA MERRINHO DE FUTSAL

Já inscreveu seu time? 

Aproveite!

18.05.2018 (sexta feira), último dia
para inscrições

Em pé: Pururuca, Faisca e Aurelio
Agachados: MERRINHO, Vilson Florentino e Luiz Leite (Técnico)

terça-feira, maio 15, 2018

A zebra histórica de 1979: Dureza surpreende Crafusa em decisão na quadra da AFV

Araxá — Em 1979, o futsal praticado nas associações de empregados das empresas locais vivia um período de crescimento e organização. Todos os anos, a Associação dos Empregados da Valep - AFV - promovia campeonatos de futebol de salão entre seus trabalhadores, reunindo equipes formadas por diferentes setores da empresa. Esse ambiente de integração e rivalidade saudável ajudou a fortalecer o esporte e revelar talentos. Foi nesse contexto que ocorreu um episódio que permanece vivo na memória de quem acompanhou aquele campeonato.

Na quadra da AFV (Associação dos Empregados da Valep), localizada na Av. Imbiara, nº 940, o time do Dureza (Formado por empregados da área Administrativa) protagonizou uma das maiores zebras, ao derrotar o favorito Crafusa (Formados por empregados da área de Manutenção Mecânica) em uma partida decisiva que lotou as dependências da Associação e marcou gerações.

O Crafusa era reconhecido como uma verdadeira potência técnica. O próprio nome — CRAFUSA, Craques de Futebol de Salão — refletia a qualidade do elenco, formado por jogadores que representavam a empresa em competições externas e eram considerados referência regional. Por isso, a expectativa geral era de uma vitória tranquila na final.

Mas o esporte, como sempre, reservou espaço para o inesperado.

Em pé: Tonico, Ademir, Vicentão, Darlene (Rainha), Iram, Aurelio, Ione (Princesa), Salvador, Laudelina, Vilson Florentino, José Fausto e Zé
Agachados: Evaldo, Carlinhos, Guarda Chuva, Geraldo, ?? e Célio (Nego)

A virada que ninguém previa

O Dureza, entrou em quadra como franco-atirador. A torcida, dividida entre a tradição da Crafusa e a simpatia pelo azarão, acompanhou uma partida intensa, equilibrada e marcada pela superação. A vitória do Dureza não apenas surpreendeu — ela sacudiu o ambiente esportivo entre todos os empregados da Valep.

O resultado virou assunto nos corredores da empresa, nas rodas de conversa e no bar do clube. Para muitos, aquele jogo simbolizou a essência do futsal praticado dentro da Valep: competitivo, apaixonado e repleto de histórias improváveis que alimentavam o orgulho esportivo da comunidade.

Um marco na memória esportiva da cidade

A quadra da AFV, já tradicional ponto de encontro dos trabalhadores da Valep, tornou-se palco de um dos momentos mais lembrados do salonismo local. A partida de 1979 é citada até hoje como exemplo de rivalidade saudável, talento e imprevisibilidade — elementos que ajudaram a fortalecer a tradição do futsal e impulsionaram o time que representava a empresa nos torneios da cidade e da região.

Mais do que um resultado inesperado, a vitória do Dureza sobre a Crafusa representa um capítulo especial da história esportiva araxaense, preservado na memória de quem viveu aquela época e celebrado por todos que mantêm viva a paixão pelo futsal.

Valep → Fosfertil → Vale Fertilizantes → Mosaic

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro



Foto arquivo pessoal de Aurelio Luiz Ribeiro

sexta-feira, maio 11, 2018

VILA SÃO PEDRO - MEMÓRIA ESPORTIVA

ESPORTE CLUBE VILA SÃO PEDRO

Essa foto, registrada no início dos anos 80, traz um importante capítulo da história do futebol amador de Araxá: o Vila São Pedro, equipe que marcou presença no campeonato local e teve em seu elenco dois grandes jogadores que fizeram história no Araxá Esporte Clube – Agnaldo e Aloísio.

Embora a participação do Vila São Pedro naquele ano tenha sido discreta, sua presença no cenário esportivo da cidade demonstra a importância das competições amadoras para o desenvolvimento do futebol local. Na época, o campeonato amador contava com apenas uma divisão, tornando os torneios ainda mais disputados e fortalecendo as rivalidades entre as equipes.

Esse registro resgata um período em que o futebol era vivido com paixão, revelando talentos que ajudaram a construir a identidade esportiva de Araxá.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. 

Em pé: Hélio, Fabinho, Verci, ??, Aloisio e Ganchinho
Agachados: ??, Agnaldo, Paulistinha, Gaêga e Didi

Foto do arquivo pessoal de Reginaldo dos Santos, popular Ganchinho

FUTEBOL DE AMIGOS REVELANDO TALENTOS - MEMÓRIA ESPORTIVA

FUTEBOL DE AMIGOS REVELANDO TALENTOS

Essa foto, registrada por volta de 1973, carrega um capítulo especial do futebol amador de Araxá e representa a dedicação de Sr. Bené em formar uma equipe competitiva. Ele não apenas reuniu um grupo talentoso, mas também impulsionou seus sobrinhos, Tonhão e Ganchinho, que já se destacavam naquela época. Com sua visão, ele lançou ambos no futebol e, além disso, atuava ele próprio nas partidas, demonstrando seu entusiasmo pelo esporte.

Entre os destaques do elenco, Ganchinho, Patrão e Tonhão figuram como ícones do futebol local, deixando suas marcas em várias competições. Tonhão, irmão de Jair, que foi goleiro do Araxá Esporte, seguiu uma trajetória notável, defendendo com talento as cores dos tradicionais Caiçara e Operário. Sua trajetória, junto à de seus companheiros, ajudou a consolidar a história do futebol amador na cidade.

Esses jogadores não apenas brilharam nos gramados, mas também construíram um legado de dedicação, rivalidade saudável e amor pelo jogo. Suas contribuições permanecem vivas na memória de quem acompanhou de perto essa fase do futebol araxaense.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. 

Em pé: Ganchinho, Patrão, Jiboia, Moura, Delei, Aristonides, e Astrogildo
Agachados: Tonhão, Valdir Visita, Bené, Agostinho é Pelé da Cemig
Foto arquivo pessoal de Reginaldo Santos, popular "Ganchinho"

quinta-feira, maio 03, 2018

PROFESÔ JOÃO PEMBA - MEMÓRIA ESPORTIVA

PROFESÔ JOÃO PEMBA

Essa imagem resgata um período do futebol amador de Araxá em que o talento era lapidado nos campinhos de terra e a paixão pelo esporte se sobrepunha a qualquer dificuldade. Hoje, com escolinhas de futebol estruturadas, campos gramados e treinadores qualificados, o caminho para a formação de atletas é bem diferente, mas naquela época, o futebol era puro esforço, dedicação e amor pelo jogo.

O registro fotográfico do final da década de sessenta e início da década de setenta, nos leva a uma geração de meninos que, entre 10 e 12 anos, sonhavam em marcar seus nomes na história do futebol local. Sem infraestrutura adequada, treinavam e jogavam nas ruas e nos campinhos improvisados dos bairros, sempre guiados por aqueles que faziam do futebol um instrumento de formação e disciplina.

E por trás dessa história estava João Pemba, um verdadeiro mestre do futebol, que, mesmo sem grandes recursos ou formação acadêmica, dedicava-se integralmente ao desenvolvimento dos garotos. Sem cobrar absolutamente nada, ele transmitia conhecimento, incentivava talentos e fazia dos finais de semana momentos de aprendizado e diversão nos campos de terra da cidade.

João Pemba moldou jogadores, mas, acima de tudo, ajudou a construir caráter e amizade através do esporte. Sua influência permanece viva na memória daqueles que tiveram o privilégio de aprender com ele. O futebol daquela geração foi muito mais do que um jogo – foi um elo de união, superação e sonhos compartilhados.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. 

Em pé: Tião, Nivaldo Batista, Ganchinho, Zeca, Patrão e ??
Agachados: ??, Negão, Wilson, Pururuca e Gaêga
Arquivo de fotos de: Reginaldo dos Santos, o popular Ganchinho

sábado, abril 28, 2018

VETERANOS DA AEF - MEMÓRIA ESPORTIVA

VETERANOS DE FIM DE SEMANA

Esse registro resgata uma tradição que unia amizade e paixão pelo futebol. O time de veteranos da AEF (Associação dos Empregados da Fosfertil) não apenas reunia colegas para bater uma bolinha nos finais de semana, mas também reforçava o espírito de confraternização que sempre esteve presente no esporte amador.

Mais do que um jogo, cada partida era um pretexto para fortalecer laços, relembrar histórias e, claro, celebrar com uma cerveja gelada ao término dos confrontos. A essência dessa equipe não estava apenas na competição, mas no compromisso de manter viva a alegria do futebol e os momentos compartilhados entre amigos.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. 

Em pé: Aurelio, Lilico,, Juvenor, João Branco, Pururuca, Geraldo Cearence, Edmur e Chadú
Agachados: Júlio César, Deuseles, Erivelton, Ismael do PT, Carlinhos Buchecha, Ronaldo Belizário e Roni


sexta-feira, abril 27, 2018

GUARANI FUTEBOL CLUBE - MEMÓRIA ESPORTIVA - FUTEBOL AMADOR

GUARANI FUTEBOL CLUBE

O Guarani sempre foi sinônimo de tradição e talento no futebol amador de Araxá. Sua base era formada por jogadores das regiões do bairro Fertiza e adjacências, incluindo Vila Silvéria, Bairro João Ribeiro e Santa Terezinha, representando a força e a identidade da comunidade dentro dos gramados.

Entre os grandes nomes que compuseram essa equipe, destaque especial para os irmãos Padeiro, Nanã e Touro, cuja dedicação e habilidade ajudaram a consolidar o Guarani como uma referência no cenário esportivo local.

A foto resgata a memória de cinco jogadores que brilharam no futebol amador de Araxá e que, infelizmente, já não estão entre nós: Patrão, Bia, José Édio (Guarda Chuva) e Boscão, em pé, e Ronan, agachado. Seus nomes permanecem vivos na história do esporte da cidade, deixando um legado de garra, talento e paixão pelo jogo.

Essa lembrança é uma justa homenagem àqueles que fizeram do futebol uma arte e uma celebração da comunidade.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. 

Anos 80
Em pé: Esprito, Pardal, Padeiro, Nanã, Bía, Hélio Preto, Alfredo, Touro e Ventura. 
Agachados: Joãozinho, Hélio campos, Pim, José Reinaldo, Roberto Cearence


quinta-feira, abril 19, 2018

COPA PRODUTOS IMPORTADOS ESPORTES MERRINHO DE FUSTAL!

Você já tem um time de futsal ou quer reunir os amigos em um novo desafio?👊⚽💥

Participe da COPA PRODUTOS IMPORTADOS ESPORTES MERRINHO DE FUSTAL! ⚽🥅

Categorias: Livre e Master (acima de 38 anos).
E se liga nessa: A PREMIAÇÃO É EM DINHEIRO!💰💸💲



Além dos troféus para 1º, 2º e 3º lugares, serão premiados também o GOLEIRO MENOS VAZADO, ARTILHEIRO E A EQUIPE MAIS DISCIPLINADA. 🏆🎖🥇🥈

Junte sua galera, pois o desafio começa dia 07/06/2018, no melhor Complexo Esportivo da cidade: Ginásio Dom Bosco.
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Não fique de fora dessa, as inscrições já estão abertas! 🚴‍♂💥🏃‍♂

📍 Inscrições: Planeta Gol
☎ (34) 3661-7265 - Mais Esportes Araxá
📱 (34) 99230-4800 - Marcus Vinícius Porto

quinta-feira, abril 12, 2018

BANDEIRANTES FUTEBOL CLUBE - FUTEBOL AMADOR - MEMÓRIA ESPORTIVA

BANDEIRANTES FUTEBOL CLUBE

O Bandeirantes surgiu como um projeto entre amigos, com a meta de disputar o campeonato amador da segunda divisão da cidade de Araxá. A equipe carregava o espírito de união e a vontade de competir, representando mais do que apenas um time – era uma reunião de jogadores apaixonados pelo futebol, determinados a fazer história na competição.

Entretanto, pouco antes do início do torneio, o grupo tomou a decisão de migrar para o time do Mercado Futebol Clube, alterando seu percurso e dando continuidade ao sonho de disputar os campeonatos amadores da cidade. Essa transição representa um momento de reorganização, adaptação e compromisso com o esporte, mostrando que, independentemente do nome ou da camisa, o verdadeiro valor do futebol está na paixão e no espírito coletivo.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. 


Fotos: Arquivo pessoal de Antônio Ribeiro da Silva (Kapucho) e de Francisco Borges de Oliveira Neto (Chiquinho)

terça-feira, abril 10, 2018

TRIANON ESPORTE CLUBE - FUTEBOL AMADOR - MEMÓRIA ESPORTIVA

TRIANON ESPORTE CLUBE

O Trianon Esporte Clube é uma peça fundamental na rica história do futebol amador de Araxá. Sua trajetória é marcada não apenas pela busca por títulos, mas principalmente pela formação de grandes plantéis e pelo impacto que causou no cenário esportivo da cidade.

Na década de 80, sob a direção do Sr. Agenário, o clube conquistou respeito e tradição ao disputar o campeonato amador da primeira divisão, consolidando-se como uma equipe competitiva e referência no futebol local. A foto em destaque resgata um dos momentos mais emblemáticos do Trianon, apresentando uma de suas melhores formações entre os anos de 1982 e 1983.

Hoje, sob o comando do Sr. Leonardo, o Trianon segue sua trajetória no campeonato amador, mas seu trabalho vai além das quatro linhas – ele também lidera um projeto para o desenvolvimento de garotos das categorias de base, garantindo que novos talentos possam surgir e perpetuar o legado do clube.

Outro ponto notável é que o Trianon foi pioneiro no futebol feminino amador, sendo a primeira equipe da cidade a apostar nesse segmento e oferecer oportunidades para as atletas locais.

Embora o clube nunca tenha conquistado o título do campeonato amador da primeira divisão, seu impacto na formação de jogadores e sua contribuição para o crescimento do futebol em Araxá são inquestionáveis. O Trianon é um exemplo de dedicação ao esporte e ao desenvolvimento de talentos.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. 

Trianon Esporte Clube
 
Em pé: Roberto, Danilo, Cesinha, Livinho, Thieles e Agenário (Técnico)
Agachados: Odair, Mauro, Zé Candido, Kapucho, Rubens e Ailton

  Fotos: Arquivo pessoal de Antônio Ribeiro da Silva (Kapucho)

segunda-feira, abril 09, 2018

CSU - FUTSAL - MEMÓRIA ESPORTIVA

CSU - CENTRO SOCIAL URBANO FUTSAL

O Centro Social Urbano (CSU) de Araxá foi um espaço fundamental para o desenvolvimento do futebol de salão na cidade, proporcionando oportunidades para jovens talentos se destacarem. Esses meninos, ao jogarem juntos, construíram uma trajetória marcante no esporte local, sem talvez perceberem, na época, o impacto que teriam no futsal araxaense.

O CSU passou por uma revitalização significativa, incluindo melhorias nas quadras e na estrutura esportiva, reforçando seu papel como um centro de formação e lazer para a comunidade

O jovem Almir se destacou como um dos mais habilidosos pivôs do futsal araxaense, iniciando sua trajetória ainda muito jovem. Aos 16 anos, já competia nos principais torneios de futebol de salão adulto da cidade, vestindo a camisa do São Paulo de Araxá. Sua técnica e visão de jogo o tornaram uma referência no salonismo local.

Os atletas: Washington, Juninho David, Amarildo, Lelei, Alexandre Maquininha e Carlos Bolacha, foram fundamentais para o fortalecimento do Juventude Sport Clube, trazendo talento e experiência.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro.


Foto do arquivo pessoal de Wanderlei Moura  (Lelei)

sábado, abril 07, 2018

COPASA - O Futebol de Salão de Araxá em 1978

Um Fragmento da Era de Ouro

Em maio de 1978, a quadra do Araxá Tênis Clube testemunhou mais um capítulo da vibrante história do futebol de salão araxaense. A imagem registrada naquele dia — com Vicente, Baltazar e José Maria em pé, e Paulinho, Tadeu (Zanata) e Valdenir agachados — é mais do que uma simples fotografia de equipe. Ela é um documento vivo de uma época em que o esporte local pulsava com intensidade, paixão e identidade comunitária.

Foto atualizada por IA

Em pé: Vicente, Baltazar e Jose Maria - Agachados: Paulinho, Tadeu (Zanata) e Valdenir

Durante a década de 1970, Araxá experimentou um dos períodos mais férteis de sua cultura esportiva. O futebol de salão, ainda jogado com a tradicional bola pesada, reunia atletas habilidosos, torcidas fervorosas e clubes que se tornaram verdadeiros centros de convivência. O ATC, com sua quadra sempre movimentada, era um dos principais palcos dessa efervescência. Ali se encontravam amigos, colegas de trabalho, vizinhos e jovens talentos que, juntos, formavam equipes competitivas e profundamente enraizadas na vida social da cidade.

Os torneios internos do clube eram disputados com seriedade quase profissional. Cada partida carregava rivalidades históricas, estratégias bem ensaiadas e a expectativa de um público que lotava as arquibancadas. Ao mesmo tempo, havia um clima de camaradagem que definia aquela geração: os jogadores competiam com vigor, mas compartilhavam o mesmo sentimento de pertencimento ao esporte e à comunidade.

A fotografia de 1978 captura exatamente essa atmosfera. Os uniformes simples, o cenário ao fundo com frequentadores do clube, a postura descontraída dos atletas — tudo isso revela um momento em que o esporte era vivido de forma plena, espontânea e apaixonada. Cada rosto ali representa uma história, uma trajetória, um pedaço da memória coletiva do futsal araxaense.

Hoje, ao revisitar essa imagem, não vemos apenas seis jogadores posando para a câmera. Vemos uma era. Vemos o espírito de um tempo em que o futebol de salão era mais do que competição: era encontro, era identidade, era cultura. E o ATC, com suas quadras e seus torneios, foi um dos grandes guardiões dessa história.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá,  no Blog Memórias esportivas - Aurelio Ribeiro.

COPASA

ARQUIVO PESSOAL DO FOTÓGRAFO: Celso Flávio

quinta-feira, abril 05, 2018

CAIÇARA - FUTEBOL AMADOR DE ARAXÁ - MEMÓRIA ESPORTIVA

CAIÇARA ESPORTE CLUBE

O Caiçara Futebol Clube é um verdadeiro ícone do futebol amador de Araxá, carregando uma história de conquistas e tradição que atravessa décadas. Com sua base no bairro São Geraldo, região reconhecida por revelar talentos para o futebol amador e profissional, o clube sempre se destacou pela competitividade e pela paixão de seus jogadores e torcedores.

Embora o último título tenha sido conquistado em 1990, o Caiçara é um  dos maiores ganhadores de  títulos do campeonato amador da cidade, somando sete conquistas, sendo a primeira em 1977. O período mais vitorioso do clube foi a década de 80, quando levantou cinco troféus e se firmou como uma das potências do futebol amador local.

Atualmente, o clube enfrenta desafios financeiros e administrativos, mas a diretoria segue determinada a recolocar o Caiçara no topo, trabalhando para montar uma equipe competitiva e resgatar os tempos de glória.

Títulos conquistados pelo Caiçara Futebol Clube, 1977,1980,1981,1982,1983,1985,1990

A foto registrada na final do campeonato amador de 1988 traz uma lembrança especial de um momento intenso no torneio. Embora o Caiçara tenha ficado com o vice-campeonato, após perder para o Gef Futebol Clube, aquele jogo marcou a história do clube e de seus jogadores. Entre as memórias, fica a saudade de Tramela e Patrão, dois grandes amigos que deixaram seu legado no futebol da cidade.

Essa trajetória reflete o orgulho de todos que fizeram parte do Caiçara e daqueles que seguem torcendo para que essa tradição continue viva.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. 

Em pé: Carteiro, Thieres, ??, Juninho, Tim, Roberto, Wilson, Neguinho, Val,  ??, ?? e  ??
Agachados: Celinho, Marcelo, ??, Vandinho, Dimas, ??, Ronaldo, Maurício Ratinho e Vivaldo

Em pé: Walter, Aristeu, Roseira, Brunel, Edmur

Agachados: Caçapa, Ganchinho,, Lobo, Osvaldo, Merrinho e Tenente

POSTAGENS EM DESTAQUE

FOSFERTIL - FUTSAL DE ARAXÁ - MEMÓRIA ESPORTIVA

Documento Histórico – O Futsal de Araxá na Década de 1980 Registro oficial da era que transformou o esporte em identidade comunitária A déca...

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