sexta-feira, junho 29, 2018

VALEP - TORNEIO INTERNO- MEMÓRIA ESPORTIVA

TIME DA USINA DE CONCENTRAÇÃO


A Mineração Vale do Alto Paranaíba S/A – Valep foi uma empresa do setor de mineração que iniciou suas atividades de movimentação de minério no município de Tapira-MG no final da década de setenta. Ao longo dos anos, consolidou sua importância no cenário econômico regional, proporcionando oportunidades de trabalho e desenvolvimento para a população local.

A força de trabalho da Valep era composta majoritariamente por moradores de Araxá (85%), enquanto 15% dos empregados eram residentes de Tapira. Os cargos estratégicos foram ocupados por profissionais vindos de outras cidades, trazendo consigo expertise técnica e conhecimento aprofundado na área de mineração, contribuindo para o crescimento e aprimoramento das operações da empresa.

Além da excelência no setor, a Valep também se destacou pelo forte espírito esportivo entre seus funcionários. Profissionais vindos de outras empresas do ramo trouxeram não apenas conhecimento técnico, mas também incentivaram a prática esportiva como ferramenta de integração e bem-estar. Foi nesse contexto que surgiu um grande time de futebol, formado exclusivamente por empregados que atuavam na usina de concentração, destinado à disputa de campeonatos internos. Esses torneios não apenas promoviam o lazer, mas fortaleciam laços entre os trabalhadores, tornando o ambiente da empresa ainda mais unido e motivador.

A história da Valep vai além da mineração – é também um capítulo marcante sobre a relação entre trabalho, esporte e comunidade, deixando um legado que perdura na memória dos que fizeram parte dessa trajetória.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. , 

Obs. Valep > Fosfertil > Vale Fertilizantes > Mosaic

Destaques deste time
  •  Tim (Hamilton Cruz da Silva) -  Ex-jogador do Araxá Esporte Clube 
  •  Toreco - com passagem por grandes equipes do futebol amador da cidade. 

segunda-feira, junho 25, 2018

MENINOS DO BAIRRO JOÃO RIBEIRO - MEMÓRIA ESPORTIVA

CRUZEIRINHO BAIRRO JOÃO RIBEIRO

O Cruzeirinho nasceu do sonho e da paixão pelo futebol de um grupo de meninos entre 10 e 12 anos, moradores do bairro João Ribeiro, em Araxá-MG. Inspirados pela grandeza dos times profissionais e embalados pelo desejo de um dia vestirem a camisa de um gigante da capital mineira, esses jovens decidiram criar sua própria equipe, carregando consigo o azul celeste de seu time do coração.

Motivados pelo amor ao Cruzeiro, o nome escolhido para o time refletia essa admiração e o espírito de união que os movia dentro e fora de campo. Mais do que apenas um time amador, o Cruzeirinho representava a esperança de que, um dia, esses garotos poderiam alcançar o sonho de atuar profissionalmente, driblando adversários e construindo histórias em gramados maiores.

O registro fotográfico eterniza uma partida especial realizada no Estádio Municipal Fausto Alvim, por volta de 1979, um momento em que cada jogador levava consigo não apenas o desejo de vencer, mas também a certeza de que o futebol era, acima de tudo, um elo inquebrantável de amizade e aspiração.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. 

Em pé: Vanderli, Jorge, Gilmar, Carlos, Vanio e Divino
Agachados:  João Jaques, Luís Roberto, Osmir, Paulo Sergio, Luís Cláudio e Ricardinho.

Obs. Eu Nasci e  morei até o 16 anos no bairro João Ribeiro. Conheço a maioria destes meninos, mas devido a diferença de idade (08 anos mais), não jogamos bola juntos. 
Foto arquivo pessoal de Gilmar Ferreira do Amaral

sexta-feira, junho 15, 2018

Futebol de Salão dos Anos 70: Quando Araxá respirava bola pesada e histórias viravam literatura

Entre Quadras e Causos: O Futebol que Virou Cultura nos Anos 70

O futebol de rua dos anos 1970 carregava uma simplicidade que hoje parece quase romântica. Sem burocracia, sem regras rígidas e sem a formalidade das competições modernas, o jogo acontecia onde houvesse espaço — e vontade. Os times se formavam de maneira espontânea: amigos da escola, vizinhos e qualquer um disposto a entrar na brincadeira. A escalação seguia uma lógica imbatível e respeitada por todos: o dono da bola, o dono das camisas e o craque tinham vaga garantida; os demais completavam o time.

Em Araxá, o chamado futebol da bola pesada viveu seu auge nas décadas de 1970 e 1980. O esporte, que mais tarde seria conhecido como futsal, movimentava a cidade com torneios disputados em locais emblemáticos como o ATC, o Clube Araxá, o Clube União, Quadra do Júlio Dário e do Sesc. As competições reuniam talentos que marcaram época e ajudaram a construir a identidade do salonismo araxaense.

Esses campeonatos eram mais do que simples eventos esportivos: eram encontros sociais, pontos de convivência e palco de rivalidades que se mantêm vivas na memória de quem viveu aquele período. O som da bola pesada, o cheiro da quadra encerada e a vibração das arquibancadas formavam um cenário que moldou gerações.

Um legado que atravessa gerações

O futebol de salão dos anos 70 não foi apenas um esporte: foi um movimento cultural. Ele moldou amizades, criou ídolos locais, alimentou rivalidades saudáveis e se tornou matéria-prima para escritores como Canarinho, que transformaram esse universo em memória viva.

Hoje, ao revisitar essa época, Araxá reencontra não apenas partidas memoráveis, mas também a simplicidade de um tempo em que o futebol era puro, espontâneo e profundamente comunitário. Um tempo em que a bola pesada não era apenas um objeto — era o centro de uma cultura.

Foto alterada por IA

Canarinho: o cronista que transformou o futebol e o cotidiano em literatura

Entre os personagens que preservaram essa memória está Walter Soares dos Reis, o Canarinho. Cronista mineiro de Araxá, ele há mais de 30 anos encanta leitores com seus causos e histórias que retratam o interior com humor, sensibilidade e autenticidade.

Observador atento do cotidiano, Canarinho transformou relatos populares em literatura, escrevendo para jornais locais e publicando livros que se tornaram referência cultural na cidade. Entre suas obras estão “Dá Licença Vou Contar”, “Síndrome de Casanova” e “Doze Anos Depois”, todas marcadas pela linguagem simples e pela capacidade de capturar a essência da vida araxaense.

Em 2017, durante o FliAraxá, lançou “Menino Atentado”, pela Editora Gulliver, reunindo causos de personagens conhecidos da região — muitos deles nascidos justamente nesse ambiente de quadras, ruas e histórias que o futebol ajudou a construir.

Esta foto registra um desses momentos, ela certamente guarda grandes histórias. 

Foto: Arquivo pessoal de Rafael Tallarico

Fonte: http://www.fliaraxa.com.br/convidado/canarinho-2/

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro





sexta-feira, junho 08, 2018

ESPORTE CLUBE TUPI - MEMÓRIA ESPORTIVA

ESPORTE CLUBE TUPI

O Esporte Clube Tupi nasceu da paixão pelo futebol e do desejo inabalável dos irmãos Melo, Roberto e Carlito, de formar uma equipe forte para a disputa do campeonato amador de Araxá. Inspirados em seus sonhos e em um ideal de representar a garra e a união da comunidade, os irmãos reuniram jogadores que, em sua maioria, eram residentes do bairro Santo Antônio e de suas adjacências.

Essa formação, feita de talentos locais, não só criou um forte elo comunitário, mas também ajudou a impulsionar o prestígio do clube no cenário esportivo da cidade. O Tupi passou a ser sinônimo de determinação e orgulho para os moradores da região, mostrando que, com união e trabalho, sonhos podem se transformar em grandes conquistas dentro dos campos de futebol.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. 

Foto do arquivo pessoal de Francisco Borges de Oliveira Neto (Chquinho)

terça-feira, junho 05, 2018

Serrote conquista bicampeonato nos Jogos Internos do Colégio Vasco Santos em 1974

O legado inesquecível do Serrote no Colégio Vasco Santos

Araxá (MG) – O ano de 1974 marcou um capítulo especial na história esportiva do Colégio Vasco Santos. O time do Serrote garantiu o bicampeonato dos Jogos Internos ao superar o tradicional Cana Brava na grande final, em uma campanha que se tornou referência de organização, disciplina e espírito coletivo.

A competição, uma das mais aguardadas pela comunidade estudantil, mobilizava alunos, professores e famílias, que lotavam as arquibancadas para acompanhar os confrontos. O desempenho do Serrote naquele ano permanece vivo na memória dos ex‑alunos, sendo lembrado como um dos torneios mais emocionantes da época.

Uma campanha marcante

O Serrote construiu sua trajetória rumo ao título com atuações consistentes e forte entrosamento entre os jogadores. A vitória na final contra o Cana Brava consolidou a equipe como uma das mais competitivas do futebol escolar de Araxá durante a década de 1970.

Além do resultado em campo, o bicampeonato simbolizou o auge de uma geração que transformou os jogos internos em um evento de grande relevância para o colégio.

Trajetórias além do esporte

Cinco décadas depois, muitos dos atletas que integraram o elenco campeão seguiram caminhos de destaque em diferentes setores da região. Entre eles:

  • Rafael Tallarico – construiu carreira sólida na CBMM, uma das principais empresas do município.

  • Rogério Domingos de Paiva (Carneirinho) – tornou‑se profissional atuante na Mosaic, em Tapira.

  • Julinho – ex‑proprietário da Loja de Tecidos Vulcão e ex‑diretor do Araxá Esporte Clube, figura reconhecida tanto no comércio quanto no esporte local.

  • Levi – irmão de Helinho da Praça, ex‑goleiro do Araxá Esporte Clube, integrante de uma família tradicionalmente ligada ao futebol.

  • Ronaldo e Aloísio – também campeões pelo Serrote, embora haja poucas informações sobre suas atividades após o período escolar.

Memória preservada

O bicampeonato de 1974 permanece como um marco do futebol estudantil em Araxá. Para muitos ex‑alunos, o Serrote representa mais do que uma equipe vencedora: simboliza uma época de rivalidade saudável, convivência intensa e forte engajamento dos estudantes com o esporte.

A história daquele time segue viva, celebrada por quem participou e por quem acompanhou das arquibancadas, reforçando o legado de organização, competitividade e união que marcou o Serrote.


Foto modificada por IA

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro

Arquivo de fotos de Rafael Tallarico

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FOSFERTIL - FUTSAL DE ARAXÁ - MEMÓRIA ESPORTIVA

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