sexta-feira, maio 25, 2018

WILSON PIAZZA, DIRCEU LOPES & DIRETORIA DO VILA NOVA

VISITA DE EX JOGADORES DO CRUZEIRO ESPORTE CLUBE

Em 1988, o futebol araxaense testemunhou um encontro memorável: os veteranos do Cruzeiro, entre eles os ícones Wilson Piazza, Palhinha e Dirceu Lopes, visitaram a diretoria do Vila Nova, do bairro Santo Antônio.

A presença desses grandes nomes do futebol brasileiro trouxe inspiração e prestígio ao clube, fortalecendo a conexão entre gerações e reforçando a paixão pelo esporte. A visita simbolizou mais do que um momento de confraternização; foi um tributo à história do futebol e ao legado dos atletas que marcaram época no Cruzeiro.

Esse registro resgata uma ocasião especial, onde ídolos e admiradores se encontraram para compartilhar experiências, relembrar grandes feitos e fortalecer o espírito esportivo que une o futebol mineiro.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. , 

MENINOS DO COLÉGIO DOM BOSCO

MENINOS DO COLÉGO DOM BOSCO ARAXÁ MG

O Colégio Dom Bosco sempre esteve entre as instituições de ensino de maior prestígio em nossa cidade, sendo referência não apenas pela qualidade acadêmica, mas também pelo incentivo ao esporte. Ao longo dos anos, a escola desempenhou um papel fundamental na formação de grandes atletas, que se destacaram tanto no futebol amador quanto no futebol de salão, ajudando a fortalecer a tradição esportiva local.

Nos anos 80, esse compromisso com o esporte era ainda mais evidente, com equipes escolares disputando torneios e revelando talentos que, mais tarde, fizeram história nos campeonatos da região. Esse registro fotográfico resgata uma época em que o Colégio Dom Bosco era um verdadeiro celeiro de jogadores dedicados e apaixonados pelo futebol.

Esse legado continua vivo, refletindo o impacto duradouro da instituição no desenvolvimento esportivo e no fortalecimento da cultura futebolística da cidade.

A maioria dos garotos da imagem fez parte da base do São Paulo nas quadras de futebol de salão, enquanto outros se destacaram no futebol amador, contribuindo significativamente para o cenário esportivo da cidade.

Entre os componentes dessa foto, destaca-se Antônio Leonardo Lemos Oliveira, o primeiro em pé na imagem. Conhecido carinhosamente como Prefeito Toninho, ele governou Araxá entre 2005 e 2008, deixando sua marca na administração municipal. Sua trajetória reforça como o esporte não apenas forma grandes jogadores, mas também influencia a vida pública e social de muitas personalidades.

Esse registro representa um tempo de dedicação ao futebol, de rivalidade saudável e de sonhos que transcenderam as quadras e campos, deixando um legado para as novas gerações.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. 

Mensagem de um visitante (não identificado) da página: 

"Boa tarde! Este time do colégio Dom Bosco se chamava olímpic. Treinado pelo Roberto. Equipe possuía uns 22 jogadores q se revezavam. Todos excelentes, melhor time de futebol da cidade de araxa na época. Tive a felicidade de assistir os jogos e participar tbem. Jogando pelo time do Penharic na ponta esquerda. Esses times eram imbatíveis no campo do colégio Dom Bosco. Olímpic fazia grandes clássicos com os times da mesma categoria profissional do Nacional de Uberaba e o Uberaba esporte. Treinávamos nos sábados e jogavam todos os domingos: o zé Maurício muito classico p bater as faltas. Paula Magno e Beto zagueiros habilidosos. Belmiro e Cláudio laterais fantásticos; Toninho Cavaquinho ponta direita habilidoso e rapido; Toninho uma barreira no gol; Márcio um dos melhores jogador de futebol de salão;Ulisses lateral de força e excelente.tantos outros q não apareceram na foto, como Danilo TicoTico ponta esquerda rápido veloz e c chute forte certeiro. Eudes(irmão de Marcio) meio de campo em MENINOS DO COLÉGIO DOM BOSCO"

sexta-feira, maio 18, 2018

NELIO REIS FUTEBOL CLUBE - MEMÓRIA ESPORTIVA

TIME DO NÉLIO REIS

Essa história encapsula o verdadeiro espírito do futebol amador: amizade, tradição e paixão pelo jogo. Mais do que a disputa pelo resultado, o que realmente importava para essa turma era a celebração do esporte como um elo de união e convivência.

O lema era simples, mas poderoso: jogar, curtir, confraternizar. O campeonato do coração não exigia pontos ou tabelas – apenas o prazer de bater uma bolinha e, ao final, reunir amigos, adversários e companheiros para um bom churrasco e uma resenha animada. O futebol, nessas tardes de sábado, transcendia a competição e se transformava no vínculo que mantinha viva a camaradagem construída ao longo dos anos.

E tudo isso só era possível graças ao incansável empenho de Nélio Reis, um verdadeiro desportista que nunca mediu esforços para garantir que esses encontros acontecessem. Seu compromisso com o futebol amador e com a união do grupo fez com que essa tradição fosse mantida, permitindo que os velhos amigos seguissem celebrando o esporte com alegria e dedicação.

Esse relato resgata a essência do futebol vivido de forma pura, sem amarras, apenas pelo prazer de estar em campo e fortalecer laços que transcendem o jogo

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. 

Em pé: ??, Enildo, Ganchinho, Jorgão, Waldir, Wilson Florentino, Tião Cabra, Juninho e Nélio Reis (treinador)
Agachados: Luizinho, Caneta, Grosso, Calvex, Merrinho e Osvaldo

Foto do arquivo pessoal de Reginaldo dos Santos, o popular Ganchinho

quarta-feira, maio 16, 2018

COPA MERRINHO DE FUTSAL

Já inscreveu seu time? 

Aproveite!

18.05.2018 (sexta feira), último dia
para inscrições

Em pé: Pururuca, Faisca e Aurelio
Agachados: MERRINHO, Vilson Florentino e Luiz Leite (Técnico)

terça-feira, maio 15, 2018

A zebra histórica de 1979: Dureza surpreende Crafusa em decisão na quadra da AFV

Araxá — Em 1979, o futsal praticado nas associações de empregados das empresas locais vivia um período de crescimento e organização. Todos os anos, a Associação dos Empregados da Valep - AFV - promovia campeonatos de futebol de salão entre seus trabalhadores, reunindo equipes formadas por diferentes setores da empresa. Esse ambiente de integração e rivalidade saudável ajudou a fortalecer o esporte e revelar talentos. Foi nesse contexto que ocorreu um episódio que permanece vivo na memória de quem acompanhou aquele campeonato.

Na quadra da AFV (Associação dos Empregados da Valep), localizada na Av. Imbiara, nº 940, o time do Dureza (Formado por empregados da área Administrativa) protagonizou uma das maiores zebras, ao derrotar o favorito Crafusa (Formados por empregados da área de Manutenção Mecânica) em uma partida decisiva que lotou as dependências da Associação e marcou gerações.

O Crafusa era reconhecido como uma verdadeira potência técnica. O próprio nome — CRAFUSA, Craques de Futebol de Salão — refletia a qualidade do elenco, formado por jogadores que representavam a empresa em competições externas e eram considerados referência regional. Por isso, a expectativa geral era de uma vitória tranquila na final.

Mas o esporte, como sempre, reservou espaço para o inesperado.

Em pé: Tonico, Ademir, Vicentão, Darlene (Rainha), Iram, Aurelio, Ione (Princesa), Salvador, Laudelina, Vilson Florentino, José Fausto e Zé
Agachados: Evaldo, Carlinhos, Guarda Chuva, Geraldo, ?? e Célio (Nego)

A virada que ninguém previa

O Dureza, entrou em quadra como franco-atirador. A torcida, dividida entre a tradição da Crafusa e a simpatia pelo azarão, acompanhou uma partida intensa, equilibrada e marcada pela superação. A vitória do Dureza não apenas surpreendeu — ela sacudiu o ambiente esportivo entre todos os empregados da Valep.

O resultado virou assunto nos corredores da empresa, nas rodas de conversa e no bar do clube. Para muitos, aquele jogo simbolizou a essência do futsal praticado dentro da Valep: competitivo, apaixonado e repleto de histórias improváveis que alimentavam o orgulho esportivo da comunidade.

Um marco na memória esportiva da cidade

A quadra da AFV, já tradicional ponto de encontro dos trabalhadores da Valep, tornou-se palco de um dos momentos mais lembrados do salonismo local. A partida de 1979 é citada até hoje como exemplo de rivalidade saudável, talento e imprevisibilidade — elementos que ajudaram a fortalecer a tradição do futsal e impulsionaram o time que representava a empresa nos torneios da cidade e da região.

Mais do que um resultado inesperado, a vitória do Dureza sobre a Crafusa representa um capítulo especial da história esportiva araxaense, preservado na memória de quem viveu aquela época e celebrado por todos que mantêm viva a paixão pelo futsal.

Valep → Fosfertil → Vale Fertilizantes → Mosaic

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro



Foto arquivo pessoal de Aurelio Luiz Ribeiro

sexta-feira, maio 11, 2018

VILA SÃO PEDRO - MEMÓRIA ESPORTIVA

ESPORTE CLUBE VILA SÃO PEDRO

Essa foto, registrada no início dos anos 80, traz um importante capítulo da história do futebol amador de Araxá: o Vila São Pedro, equipe que marcou presença no campeonato local e teve em seu elenco dois grandes jogadores que fizeram história no Araxá Esporte Clube – Agnaldo e Aloísio.

Embora a participação do Vila São Pedro naquele ano tenha sido discreta, sua presença no cenário esportivo da cidade demonstra a importância das competições amadoras para o desenvolvimento do futebol local. Na época, o campeonato amador contava com apenas uma divisão, tornando os torneios ainda mais disputados e fortalecendo as rivalidades entre as equipes.

Esse registro resgata um período em que o futebol era vivido com paixão, revelando talentos que ajudaram a construir a identidade esportiva de Araxá.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. 

Em pé: Hélio, Fabinho, Verci, ??, Aloisio e Ganchinho
Agachados: ??, Agnaldo, Paulistinha, Gaêga e Didi

Foto do arquivo pessoal de Reginaldo dos Santos, popular Ganchinho

FUTEBOL DE AMIGOS REVELANDO TALENTOS - MEMÓRIA ESPORTIVA

FUTEBOL DE AMIGOS REVELANDO TALENTOS

Essa foto, registrada por volta de 1973, carrega um capítulo especial do futebol amador de Araxá e representa a dedicação de Sr. Bené em formar uma equipe competitiva. Ele não apenas reuniu um grupo talentoso, mas também impulsionou seus sobrinhos, Tonhão e Ganchinho, que já se destacavam naquela época. Com sua visão, ele lançou ambos no futebol e, além disso, atuava ele próprio nas partidas, demonstrando seu entusiasmo pelo esporte.

Entre os destaques do elenco, Ganchinho, Patrão e Tonhão figuram como ícones do futebol local, deixando suas marcas em várias competições. Tonhão, irmão de Jair, que foi goleiro do Araxá Esporte, seguiu uma trajetória notável, defendendo com talento as cores dos tradicionais Caiçara e Operário. Sua trajetória, junto à de seus companheiros, ajudou a consolidar a história do futebol amador na cidade.

Esses jogadores não apenas brilharam nos gramados, mas também construíram um legado de dedicação, rivalidade saudável e amor pelo jogo. Suas contribuições permanecem vivas na memória de quem acompanhou de perto essa fase do futebol araxaense.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. 

Em pé: Ganchinho, Patrão, Jiboia, Moura, Delei, Aristonides, e Astrogildo
Agachados: Tonhão, Valdir Visita, Bené, Agostinho é Pelé da Cemig
Foto arquivo pessoal de Reginaldo Santos, popular "Ganchinho"

quinta-feira, maio 03, 2018

PROFESÔ JOÃO PEMBA - MEMÓRIA ESPORTIVA

PROFESÔ JOÃO PEMBA

Essa imagem resgata um período do futebol amador de Araxá em que o talento era lapidado nos campinhos de terra e a paixão pelo esporte se sobrepunha a qualquer dificuldade. Hoje, com escolinhas de futebol estruturadas, campos gramados e treinadores qualificados, o caminho para a formação de atletas é bem diferente, mas naquela época, o futebol era puro esforço, dedicação e amor pelo jogo.

O registro fotográfico do final da década de sessenta e início da década de setenta, nos leva a uma geração de meninos que, entre 10 e 12 anos, sonhavam em marcar seus nomes na história do futebol local. Sem infraestrutura adequada, treinavam e jogavam nas ruas e nos campinhos improvisados dos bairros, sempre guiados por aqueles que faziam do futebol um instrumento de formação e disciplina.

E por trás dessa história estava João Pemba, um verdadeiro mestre do futebol, que, mesmo sem grandes recursos ou formação acadêmica, dedicava-se integralmente ao desenvolvimento dos garotos. Sem cobrar absolutamente nada, ele transmitia conhecimento, incentivava talentos e fazia dos finais de semana momentos de aprendizado e diversão nos campos de terra da cidade.

João Pemba moldou jogadores, mas, acima de tudo, ajudou a construir caráter e amizade através do esporte. Sua influência permanece viva na memória daqueles que tiveram o privilégio de aprender com ele. O futebol daquela geração foi muito mais do que um jogo – foi um elo de união, superação e sonhos compartilhados.

Se quiser reviver mais detalhes dessa época, há registros e memórias compartilhadas por apaixonados pelo futsal de Araxá, como no Blog do Aurelio Ribeiro. 

Em pé: Tião, Nivaldo Batista, Ganchinho, Zeca, Patrão e ??
Agachados: ??, Negão, Wilson, Pururuca e Gaêga
Arquivo de fotos de: Reginaldo dos Santos, o popular Ganchinho

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FOSFERTIL - FUTSAL DE ARAXÁ - MEMÓRIA ESPORTIVA

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